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segunda-feira, outubro 14, 2013

Ano lectivo de 2013-2014

Claude Monet (1840 - 1926), Impression, Soleil Levant, c. 1872. Óleo sobre tela, 48x63 cm. Musée Marmottan Monet, Paris

Inicia-se, hoje, a partir das 21 horas, o curso "A Arte Moderna", no Ar.Co (Rua de Santiago, 18, Lisboa). É muito importante estar presente na primeira aula: serão apresentados, em pormenor, o curso e a bibliografia.

O presente "blog" oferece muita informação.  Consultem-se, para começar, as etiquetas "" e "Bibliografia".

domingo, outubro 13, 2013

Suspensão

Naum Gabo (1890 - 1970), Kinetic Construction (Standing Wave), 1919-20, replica 1985. Metal, madeira pintada e mecanismo eléctrico, 616 x 241 x 190 mm. Tate

Termina, uma vez mais, o período de suspensão do nosso curso: inicia-se, amanhã. um novo semestre.

O que o motorizado artefacto faz não é ignorado pelo suporte fotográfico da imagem - de alguma maneira, ao contrário da fotografia (mas não exactamente): ambos, a construção de Gabo e a fotografia, jogam com a relação de um momento com outros que o antecedem e lhe sucedem. A fotografia pára - suspende o movimento, o tempo. Imagem positiva que pressupõe, sempre, outras - potenciais ou actualizadas. E a que o cinema (depois o vídeo, agora o digital) deu movimento.

O artefacto pioneiro da escultura cinética pede ao movimento, em acção, que lhe dê forma (em vez de lha desfazer, em abandono da representação que já lá não estava): aquela forma de fuso que a lâmina metálica assume quando o motor é ligado - mas que melhor se percebe quando a fotografia congela - suspende. Por aqui, poderemos dizer que a construção cinética, para fazer imaginar uma onda em pé, nos pede que, intelectualmente, a imobilizemos, não para lhe parar o movimento, mas para o congelar à maneira da fotografia. O seu já é, aliás, um movimento imóvel: não vai a lado nenhum.

Não se duvide: o declínio da chegada restrita que exigia ainda um movimento de deslocação física de baixo para cima, no acto de nos levantarmos para partir, uma circulação do próximo para para o longínquo, no acto de viajar, representa, para a humanidade, uma mutação tão considerável como a da verticalidade. Com a diferença de que não se trata já de uma 'evolução positiva' rumo a um novo tipo de motricidade, mas sim de uma 'involução comportamental negativa' que conduz a espécie para uma fixidez patológica: o advento do homem sentado ou, pior ainda, do homem deitado
          Paul Virilio, A Inércia Polar, Lisboa D. Quixote, 1993, pág. 106

 Como as máquinas ópticas e o cinema de Marcel Duchamp (1887 - 1968), a construção de Gabo gira no mesmo lugar - como o a "Roda de BIcicleta"(1913), não vão a lado nenhum.

segunda-feira, outubro 08, 2012

Ano lectivo de 2012-2013

Robin Fior (1935 - 2012), cartaz para o Ar.Co, 1976

 LE NON SAVOIR DÉNUDE
Cette proposition est le sommet mais doit être entendue ainsi: dénude, donc je vois ce que le savoir cachait jusque-là, mais si je vois je sais. En effet je sais, mais ce que j'ai su, le non-savoir le  dénude encore. Si le non-sens est le sens, le sens qu'est le non-sens se perd, redevient non-sens (sans arrêt possible).
Georges Bataille, "L'Expérience Intérieure" in OEuvres Complètes, vol. V, Paris Gallimard, 1973, pág. 66

Inicia-se, hoje, às 21 horas, na Rua de Santiago nº 18, em Lisboa, mais um semestre do curso A Arte Moderna. É importante a comparência na primeira aula, onde se apresentarão o curso, a bibliografia e os participantes. No "blog", encontrar-se-à a versão "online" da bibliografia, bem como outras informações úteis: a etiqueta "bibliografia", na barra lateral de "links", reúne textos e apoio bibliográfico para questões particulares abordadas ao longo do curso; na etiqueta "semestre" encontrar-se-ão outras entradas que apresentam o curso no início de outros ano lectivos.

segunda-feira, outubro 10, 2011

Ano lectivo de 2011-2012

Salette Tavares (1922-1994), Aranha, tipografia, 40 cm. x 40 cm., 1963

Mas tão distanciados estamos pela imitação que aquilo que ouvimos nos vem tão sem som como se fosse uma visão que fosse tão invisível como se estivesse nas trevas que estas são tão compactas que as mãos são inúteis. Porque mesmo a compreensão a pessoa imitava. A compreensão que nunca fora feita senão da linguagem alheia e de palavras.
Mas restava a desobediência.
Então - através do grande pulo de um crime - há duas semanas ele se arriscara a não ter nenhuma garantia, e passara a não compreender.
E sob o sol amarelo, sentado numa pedra, sem a menor garantia - o homem agora se rejubilava como se não compreender fosse uma criação. Essa cautela que uma pessoa tem de transformar a coisa em algo comparável e então abordável, e, só a partir desse momento de segurança, olha e se permite ver porque felizmente já será tarde demais para não compreender - essa precaução Martim perdera. E não compreender estava de súbito lhe dando o mundo inteiro.
Clarice Lispector (1920-1977), A Maçã no Escuro, s.l., Relógio D'Água Editores, s.d., pág. 35

O curso "A Arte Moderna" irá funcionar de 10 de Outubro de 2011 a 15 de Fevereiro de 2012, entre as 21 e as 23 horas, no Ar.Co da Rua de Santiago, nº 18, em Lisboa. Corresponde a 64 horas lectivas - 100 créditos.

Recomenda-se a comparência na primeira aula, para apresentação do curso, da bibliografia e dos participantes. Também se recomenda a familiarização com o "blog": consulte-se, para começar, a versão "online" da bibliografia, sem comentários mas incluindo obras entretanto retiradas da versão em papel e uma lista de referências acessíveis através da internet. A etiqueta "bibliografia", na barra lateral de "links", reúne textos e apoio bibliográfico referentes a questões particulares abordadas ao longo do curso. A etiqueta "semestre" reúne, entre outras, entradas que apresentam o curso no início de um novo ano lectivo.

quinta-feira, outubro 14, 2010

MIIAC

João Paulo Serafim, Sem Título, Museu Improvável, Lambda Print, 90x180cm, 2007

João Paulo Serafim, professor do departamento de fotografia do Ar.Co, apresenta o seu trabalho na próxima sexta-feira, dia 15 de Outubro às 21h00. Sessão aberta ao público e de entrada livre - faz parte da Pós-Graduação "Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea", organizada pelo Atelier de Lisboa e pelo IPA - Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos.

Local: IPA, Rua da Boavista, 67, Lisboa (Santos – Cais do Sodré).
Data: 15 de Outubro, 21:00 horas.
Entrada livre.

segunda-feira, outubro 11, 2010

Novo ano lectivo: 2010-2011

Damien Hirst (1965), projecto de baú para a Louis Vuitton, 2009.


O curso irá funcionar de 11 de Outubro de 2010 a 9 de Fevereiro de 2011. Entre as 21 e as 23 horas, no Ar.Co da Rua de Santiago, nº 18, em Lisboa. Corresponde a 64 horas lectivas - 100 créditos.

Não se deve deixar de assistir à primeira aula, onde se apresentarão o curso, a bibliografia e os participantes.

Existe uma versão "online" da bibliografia, sem comentários, mas que inclui obras entretanto excluídas da versão em papel e uma lista de referências acessíveis através da internet. A etiqueta "bibliografia", na barra lateral de "links", compila textos e apoio bibliográfico referentes a questões particulares abordadas ao longo do Curso. A etiqueta "semestre" reúne, entre outras, entradas que apresentam o curso, no início de um novo ano lectivo. Deve, ainda, consultar-se a barra lateral de "links", com atenção, visitar o blog "Cruzamentos" e frequentar, regularmente, o Centro de Documentação (a biblioteca) do Ar.Co, em Almada.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Suspensão

Damien Hirst, The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living, 1992, técnica mista, 213 cm × 518 cm, Metropolitan Museum of Art, New York City

Deixámos o século XIX a caminho de um dos centros nevrálgicos da arte do século XX: a abstracção. Suspendemos o caminho. O "blog" passará a estar num estado de animação suspensa: vivo, com pulsação regular e actividade tendendo para o zero, quase imperceptível, quando muito irregular.

Fica parecido com a cultura (sobretudo a artística) da Civilização Ocidental posterior às revoluções técnicas e políticas de Setecentos e Oitocentos: um catálogo reversível, plural, capaz de ser percorrido para a frente e para trás, em salteado, cruzando elementos temporal e geograficamente díspares. Catálogo em equalização: o "clássico" aproximando-se do "gótico", o erudito do folclórico - e tudo metido no Museu. Um "bric-à-brac" romântico. Ou um monstro do Senhor Barão de Frankenstein. Ou uma duchampiana "assemblage". A Natureza encolhe-se e desaparecerá: paisagem, cenário - enquanto se torna motivo principal de pintura. Nostalgia que faz os pintores procurarem Barbizon em abandono da grande metrópole parisiense - ou Pont-Aven... ou o Tahiti. Com ela vai Deus, que a justificara, que a tornara digna de representação. Deus relojoeiro, independente do mecanismo, despejado da máquina, hipótese privada de que a Ciência, modelo de todos os saberes, não mais necessita. A paisagem urbaniza-se, toma a cidade, agora industrial e mecânica, como modelo. A Natureza torna-se imagem. O Mundo torna-se imagem. O social, jogo de simulações. A máquina produz espaços e tempos. E tira a fotografia.

A acção transfere-se para o "blog" do curso "Cruzamentos".

quarta-feira, outubro 07, 2009

2009 - 2010: um novo ano lectivo

Joseph Mallord William Turner (1775 - 1851), Rain, Steam and Speed - The Great Western Railway, anterior a 1844, óleo sobre tela, 91 x 122 cm, National Gallery, London

Enquanto na estrada se cruzam o automóvel - realização do nosso século - e o carro de bois, velho de 5000 anos, na via férrea silva o combóio que conta uma centúria e corta os ares um jacto recém-nascido. Lado a lado vogam as multisseculares faluas e quase voam as lanchas a gasolina do ski náutico, com leme que data do século XIII e motor que foi concebido ontem. Os pescadores regulam-se pelo Sol para calcular as horas do dia, ao passo que os citadinos constantemente olham para o relógio - complexo resultado do trabalho de tantas gerações de artífices, de tantos estudos de cientistas. E as nossas ideias, os nossos ritos, as nossas instituições, até os nossos sentimentos, as nossas emoções são de diferentes idades (...). Somos contemporâneos de todas épocas, vivemos em todos os países.
Vitorino Magalhães Godinho, Ensaios, Lisboa, Sá da Costa, 1968, vol. II, pág. 152.


O curso irá funcionar entre as 21 e as 23 horas, no Ar.Co da Rua de Santiago, nº 18, em Lisboa, de
7 de Outubro de 2009 a 26 de Maio de 2010. Corresponde a 64 horas lectivas - 100 créditos.

Recomenda-se a assistência à primeira aula, de apresentação, onde serão esclarecidas algumas questões teóricas (de que é que se fala quando falamos de "moderno"?) e práticas relativas ao curso e onde se apresentarão todos os seus construtores, professor e alunos, bem como a bibliografia que o apoiará.

A bibliografia também se encontra "online", sem comentários - e com recentes alterações (já incluídas na versão em papel). A versão "online" inclui obras entretanto excluídas da versão em papel e uma lista de obras existentes na internet.

segunda-feira, outubro 06, 2008

A Arte Moderna para 2008-2009

Hans Lencker, Perspectiva literaria, Nürnberg, 1567


Nunca será demais explicar o tema central deste curso: a modernidade do título não se refere ao que é contemporâneo, mas ao período que a tradição historiográfica definiu como a "Idade Moderna" e que situou entre o final da "Idade Média" e a "Idade Contemporânea". Trata-se, portanto, e de um ponto de vista da História da Arte, daquilo que começa a esboçar-se no tempo do "Renascimento" (que não é, no entanto, a única via de modernidade). Como o conceito "Renascimento" (re-nascer, voltar a nascer) indica, aquilo que consideramos novo, iniciando a "modernidade", será justificado pelo muito antigo: a herança greco-romana, "clássica". Mesmo aqui, nesta aceitação do passado há muito consagrado, se insinua uma ruptura: com o presente do "Gótico". O estudo deste despontar e justificar do "moderno" vai lançar-nos para o futuro, até ao presente, seguindo as continuidades e rupturas de um património "humanista" (ou seja: centrado no estudo "arqueológico" dos textos antigos), e vai permitir-nos olhar para o passado - um passado onde se busca uma herança legitimadora do moderno e um outro com o qual se rompe: teremos de olhar para os "Antigos", tal como o Renascimento os viu (para, depois, introduzirmos o nosso olhar contemporâneo sobre as antiguidades gregas e romanas), assim como seremos conduzidos a estudar "românicos" e "góticos", para melhor delimitarmos (entre permanências e rupturas) a modernidade.

Esta viagem faz-se através dos objectos e práticas que etiquetamos como "Arte": começaremos por ver a arte nascer. Nascer na Europa, entre os séculos XIV e XV, irmã do capitalismo, da indústria, da burguesia, legitimando a superioridade daqueles artesãos que centravam o valor da sua actividade no trabalho intelectual, por oposição ao trabalho manual. Interessar-nos-ão, exclusivamente, a pintura, a escultura e a arquitectura. E apenas as que herdam a tradição europeia, por extensões coloniais ou globalizadoras. Nada de tapetes persas, portanto.

Recomendam-se as visitas às bibliografias apresentadas neste "blog" (ver barra lateral) e ao Centro de Documentação (biblioteca) do Ar.Co. A frequência regular do "blog" é encorajada.

O curso começa dia 6 de Outubro. Todas as Segundas e Quartas entre as 21 e as 23 horas. Até 11 de Fevereiro de 2009. No Ar.Co, em Lisboa, na Rua de Santiago, 18. 64 horas lectivas. 100 créditos.


Hans Lencker, Perspectiva literaria, Nürnberg, 1567

terça-feira, março 04, 2008

Suspensão (2008)

Jean-Honoré Fragonard (1732 - 1806), "O Baloiço", 1767, óleo sobre tela, 81 x 64.2 cm, Wallace Collection, Londres

Uma vez mais, findo o curso "A Arte Moderna" (2007/08), o respectivo "blog" hiberna. Suspenso, mas não absolutamente imóvel: a barra lateral de "links" irá sendo revista e aumentada. Algumas obras de modernização foram já efectuadas: acrescentou-se à barra lateral o grupo das "Etiquetas" que permite conhecer todas as etiquetas usadas nos "posts" e aceder-lhes a partir da barra lateral.

Suspensa no baloiço, a menina oscila entre a sombra e a luz, a juventude e a velhice, a vida e a morte. Descuidada vai ela (posta a nu pelo seu celibatário, que lhe espreita por baixo da saia e dos saiotes), desconhecedora da efemeridade da vida e da singularidade fugaz de cada momento. Avisados vamos nós.

A acção passa a centrar-se no "blog" dos "Cruzamentos".

segunda-feira, outubro 15, 2007

Ano lectivo de 2007-2008

Piero della Francesca (1416-1492), Ressurreição, 1463-65, pintura mural, fresco, têmpera, 225 x 200 cm, Pinacoteca Comunale, Sansepolcro

O que são a "Modernidade", o "Modernismo", o "Pós-Modernismo"? Uma introdução à História da Arte organizada por temas; centrada no conceito de "Arte Moderna", no seu antes e depois; estruturada num semestre lectivo. A arte do "Renascimento" conduzir-nos-á a dois passados e a dois futuros: um passado, próximo, com que se rompe (o "medieval") e um passado remoto que legitima as mudanças (a "Antiguidade"). Um futuro que constrói uma cultura "clássica", em prolongamento das (e)utopias renascentistas, e um futuro que as inflecte, que as transforma, até à destruição da cultura "clássica". O caminho traçado não é cronologicamente linear, partindo de questões da cultura contemporânea para interrogar o passado. O conjunto de obras discutidas limita-se, exclusivamente, à pintura, escultura e arquitectura e a uma tradição cultural "europeia" (ou "ocidental", para mais obviamente incluir os prolongamentos "coloniais" e "globalizadores").

15 de Outubro de 2007 a 20 de Fevereiro de 2008 (2ª e 4ª feira das 21.00h às 23.00h, no sótão do Ar.Co). 64 horas lectivas.

Aconselha-se a consulta da bibliografia e a familiarização com a barra lateral de "links" (que estará em permanente renovação e crescimento: última novidade é a revista "online" portuguesa (Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa) Medievalista ).

  • Michael Greenhalgh, The Classical Tradition in Art, London, Duckworth, 1978, pode constituir um competente manual "online" para a iniciação ao estudo da arte de modelo "clássico".

  • Ernst Gombrich discute o conceito de "Renascimento", em "The Renaissance: Period or Movement" in JB Trapp (org.), Background to the English Renaissance: Introductory Lectures, 1974, pp.9-30.
  • segunda-feira, fevereiro 27, 2006

    Notícias: "Cruzamentos" em correcção

    Fotograma do genérico de Saul Bass para North by Northwest / Intriga Internacional (1959), de Alfred Hitchcock

    O (apesar de tudo) renovado (?) "site" do Ar.Co continua a insistir nos erros velhos: no que nos diz respeito, vejo-me obrigado a deixar claro que o curso "Cruzamentos" vai funcionar em horário nocturno, entre as 21 e as 23 horas (e não entre as 16 e as 18, como continua a informar o "site"). Funcionará, apenas, em Lisboa, na Rua de Santiago, nº 18.

    O curso não é uma repetição da "Arte Moderna" do semestre findo. A manutenção da designação "A Arte Moderna", acrescentada de "II" e de "Cruzamentos" serve a ideia de que os alunos que frequentaram a "Arte Moderna" (I) no primeiro semestre continuarão a encontrar novidades neste curso do segundo semestre. De facto, cronologicamente, o curso iniciar-se-á onde o anterior terminou: nas heranças "pós-impressionistas" sobre as quais construirão os movimentos artísticos do início do século XX, rapidamente conduzindo às "abstracções" com origens nas "famílias" expressionista (Kandinsky), cubista (Delaunay) e futurista (Balla). Metodologicamente as opções são diferentes: ainda mais temático (que "A Arte Moderna" (I)) e "cruzando" artes figurativas com arquitectura, música e cinema - com incursões pela literatura e artes cénicas. Fugindo, sempre, à ilustração dos "movimentos" artísticos que, no século XX, procuraram estender os mesmos princípios por uma pluralidade de áreas consideradas "artísticas". Cruzar-se-á o aparentemente díspar, em busca da cultura de uma época.

    O curso terá presença na Internet através de um "blog": http://aartemodernaeantesedepoisdois.blogspot.com/